sábado, 9 de junho de 2012

Adaga...

Ela rasgou a pele dele com toda a sua força... Queria abrir o peito dele e arrancar a verdade escondida, nem que para isso tivesse de matá-lo, lentamente, a cada pranto derramado. O sangue fervia dentro de sua pele transparente. Ele estava imobilizado. Ela continuava a estudá-lo; precisava descobrir o ponto que seria o início ou o final de tudo o que havia presenciado nos últimos meses. Não importava o quanto o exterior lhe parecesse fraco e vulgar; lá dentro poderiam estar as respostas.