terça-feira, 15 de dezembro de 2009

NÃO À LEGALIZAÇÃO DA MORTE

ESTA É A MINHA REDAÇÃO DO ÚLTIMO SIMULADO DO UNIFICADO DE 2009.  NO JORNAL DA REDAÇÃO - DEZEMBRO/2009, ELA FOI PUBLICADA COM O NOME E A FOTO DE OUTRA PESSOA. PORÉM, ESTOU POSTANDO A MINHA REDAÇÃO ORIGINAL DIGITALIZADA - COM OS MEUS ERROS E OS MEUS ACERTOS -  PARA QUEM QUISER LER:


segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Brasil: um país de quem?
















"Nada funciona neste país de todos, neste país de tolos..."

Junie Nunes de Souza

"Ela se mostra na moda..."


Encontrei essa notícia quando digitei meu nome completo no Google para saber como andava a divulgação do blog... Nem lembrava mais que eu havia concedido uma entrevista a duas estudantes de jornalismo que estavam fazendo uma matéria sobre o uso de sandálias rasteirinhas. Eis a matéria encontrada após dois anos!

Geral | sexta-feira, 18 de janeiro de 2008 - 13h46
Moda praia pede conforto nos pés das veranistas
Cores, pedras e brilhos são preferência entre as mulheres.
Jornal NH
Litoral - As sandálias rasteirinhas, que vieram com tudo em 2006 e foram sensação no verão 2007, permanecem entre as preferências de mulheres de todas as idades neste ano. Os preços também não mudaram muito, girando entre R$ 9,00 e R$ 60,00 nas lojas do Centro de Tramandaí. A diferença de um ano para o outro está nos modelos mais vendidos: agora, elas estão em busca de produtos mais extravagantes, com cores fortes, muitas pedras e brilho. Quem continua sendo favorecido pela tendência são as lojas de sapatos.

Conforme a proprietária de uma delas, Marisa do Amaral, 42 anos, as sandálias estão entre os seus itens mais vendidos. "Continuam sendo as preferidas. O que ocorre é que antes as mais simples saiam mais, agora as pessoas procuram outro estilo. Com isto, houve um pequeno aumento no preço, mas nada de significativo", ressalta. A estudante Junie Nunes de Souza, 16, aderiu à moda em 2006 e considera o calçado um dos mais confortáveis. "Possuo três e a última comprei agora, na cor pink", diz ela, que logo se mostra na moda: "as que mais gosto são as coloridas e com pedras."

De acordo com Marisa, na sua loja as mais vendidas são as das cores bronze, preto e uva. Já no comércio de Adalberto Rambor, 57, a preferência é outra. "O prata", destaca. Em comum, os dois empresários possuem a satisfação com as vendas de verão. Na loja de Marisa, o acréscimo de vendas em relação à baixa temporada é de 30%. Já Adalberto, possui um incremento de 70%. "As pessoas procuram muito os chinelos de dedos", diz ele, que apresenta um estande com diversos modelos do produto.

http://www.jornalnh.com.br/site/noticias/cidadesregiao,canal-8,ed-240,ct-723,cd-101284.htm

domingo, 6 de dezembro de 2009

1º dia do ENEM

Sensações do 1º dia do ENEM

Mal tive tempo para respirar, banheiro seria luxo... Saí de lá com a bexiga estourando. Cheguei em casa acabada, dei uma espiada no meu círculo social virtual e desabei em minha cama. Acordei com a voz do meu tio vinda do andar inferior reclamando do vício do meu primo por World of Warcraft... Levantei como um zumbi e fui conversar com a minha mãe.

Em seguida, mudei meu status de ausente para online. No MSN, amigos já me esperavam para conversar. Assunto: ENEM! Como foi? O que achou? Esperanças, sonhos... Tudo isso aliado a uma sensação de desconfiança quanto à validade do exame. O que estamos avaliando mesmo? Nossa idoneidade para entrar para a vida acadêmica ou um sistema falho de educação? O fato é que somos, impreterivelmente, cobaias. Alguém tinha de ser o primeiro a fazer parte da “revolução” do ensino.

Deixando de lado minhas revoltas contra a maneira de como a educação é tratada no Brasil - como produto final e não como uma conquista cumulativa ao longo da vida escolar -, a realização do que cabia a mim, foi feita com esmero. A prova foi bastante inteligente, com questões fáceis e difíceis... Nada impossível de realizar. Para quem esteve atento às informações divulgadas pelos meios de comunicação e estudou os fenômenos que ocorrem diariamente nas ciências da natureza, as questões realmente colocaram nosso cérebro para funcionar de maneira integral, dispensando o acesso aos arquivos memorizados essencialmente.

Acertei a maioria das questões de ciências humanas, mantive a minha média nas ciências da natureza. Fiquei na sala de aula até o último minuto. Realmente, o tempo voou. Tenho esperanças de fazer um bom número de acertos em linguagens e uma ótima redação, pois tenho ciência do meu despreparo em matemática.

Será que garanto alguns pontos para a UFRGS? Esse é o maior objetivo de eu estar realizando o ENEM. Na busca da minha vaga para o curso de Letras na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, vale a pena pintar mais 90 bolinhas e me limitar a um espaço menor de linhas para dissertar sobre o tema proposto de redação.

Boa sorte aos estudantes do Brasil! Nós merecemos ir para a universidade, pois somente a educação é capaz de transformar a sociedade e formar cidadãos mais críticos, capazes de discernir sobre seus direitos e deveres como indivíduos partícipes de uma nação democrática.


Junie Nunes de Souza.

sábado, 5 de dezembro de 2009

Exame Nacional do Ensino Médio

O ENEM provoca sensações estranhas:

 

* Boa sorte para a galera que irá prestar o Exame Nacional do Ensino Médio!

 

 * E se a prova vazar outra vez?

 

 * Tudo é possível no Brasil... "Um país de todos!"

 

* Preciso dormir, o sono não vem... Amanhã tem ENEM. Até rima.

 

* Quando eu tive a ideia brilhante de tomar café preto?

 

Junie Nunes de Souza - frases que eu escrevi na véspera das provas...

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

QUERO SORRIR



"Quero sorrir
E fazer...
Da queda: um motivo para reerguer-se;
Da perda: um motivo para vencer;
Das tristezas: um motivo para ser feliz...
Só então... Sonhar... Acordar e amanhã esperar
O futuro pelo qual sonhei
E viver a vida que planejei."


Junie Nunes de Souza

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Lições - I

"Identifiquei-me profundamente com a crônica abaixo... Confesso que sou grande fã da Martha Medeiros, pois seus textos dão sentido à vida."


Resistência à frustração


Quando eu era pequena, fazia uma brincadeira na piscina que até hoje as crianças fazem: tapar o nariz e a boca e ficar embaixo d'água, contando os segundos pra ver quem consegue ficar mais tempo sem respirar. É bem verdade que a gente não precisa de uma piscina para fazer este teste, pode fazer neste mesmo instante aonde quer que esteja, mas éramos crianças, éramos imaginativos, éramos mergulhadores em alto-mar.


Testar nossa resistência é uma maneira de avaliar o quanto estamos preparados para as adversidades. Serão poucas as vezes na vida que teremos que passar um tempo sem respirar, oxalá nenhuma. Mas serão muitas as vezes em que teremos que testar nossa resistência à frustração.


Um... dois... três... quatro... serão mais do que segundos, mais do que minutos ou horas trancando a respiração, lutando para não explodir. Algumas frustrações levam dias ou meses para serem elaboradas dentro da gente. As coisas quase nunca saem como a gente planejou, há sempre o elemento surpresa, que desencaminha nossos sonhos. É preciso ter muito pulmão para respirar fundo e muita cabeça fria para não botar tudo a perder.


A gente manda um e-mail amoroso e extenso e recebe uma resposta fria e lacônica. A gente organiza uma festa na nossa casa e só aparecem três gatos pingados. A gente combina de ir para a praia no feriadão e pinta, de última hora, um plantão no trabalho. A gente economiza anos para comprar um carro e quando está com o dinheiro na mão, tem que emprestá-lo para alguém que ficou repentinamente doente na família. E as frustrações de amor? Uma atrás da outra. Parece que ninguém reage como a gente espera. Todos uns desmancha-prazeres.


Os que não têm muita resistência saem atropelando, cortando relações, dramatizando o que nem é tão dramático assim. Depois mergulham em longas depressões e custam a voltar à tona. Já os mais resistentes sabem que nada é tão sério nesta vida, a não ser ela própria, a vida, e tratam de aproveitá-la com mais serenidade e paciência. Contam até três, até dez, até vinte, e basta de autoflagelação: voltam a respirar.



Martha Medeiros


terça-feira, 10 de novembro de 2009

Os outros, nós, você e eu...

Por que é tão difícil relacionar-se com as pessoas que amamos? Será que é por que nós as conhecemos bem? Será que é por que nós gostaríamos de conhecê-las melhor? Será que é por que não entendemos como elas podem não nos amar o quanto nós as amamos? Tudo isso é tão complicado... Tenho delírios noturnos de pensamentos que me vêm à cabeça para tentar encontrar a solução para esse dilema.

Sim, a vida é muito mais que isso... Tem pessoas que não esquentam a cabeça! Vivem intensamente muitas relações, experimentam e numa dessas se encontram, namoram, casam, têm filhos... Enfim, aquela coisa tão cotidiana! Não digo que os julgo... Na verdade, julgo a mim mesma. Por que eu sou um ser tão impossibilitado de ser normal? Eu assassino todos os dias o direito de não pensar que naturalmente temos. Acredito que o meu sistema nervoso central o odeie. Ele age tão pura e insuportavelmente pela razão!

Os outros devem me chamar insana quando na verdade o que me falta é exatamente essa loucura de ser. A minha se perdeu... Ou nunca nasceu. Mas o que importa realmente para mim?

Não sei, não sei... Às vezes amo o meu jeito de ser... Às vezes sinto-me rejeitada pela raça humana. Será que isso é anormal? Às vezes pareço que sou obra de arte admirável, mas intocável... Pois simplesmente não me encaixo em nenhum grupo. Tenho a vã esperança de que possa encontrar seres semelhantes na vida acadêmica, mas já fui advertida que é provável que eu carregue esse sentimento de singularidade pelo resto de minha vida... E o que me resta?

Não quero parecer presunçosa, não sou... É que penso, penso demais, penso a todas as horas do dia, reflito minuciosamente sobre tudo e me perco no vazio que as respostas que não se completam me deixam. É como nadar, nadar no mar em direção à costa e nunca atingi-la. Enquanto eu me vejo assim, escrevo... Pois esta, sim, parece ser a única forma de aliviar minha inquietação.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

When we talk about dreams... - PART ONE

A dream is a real thing when you believe it is possible...

 

Today I dreamed. I dreamed a lot… I was so happy and so hopeful… I think I am still dreaming with a new world, I think I'm dreaming with my dream.

 

I talked today with the deepest wish of my being… I heard a yes. Yes, it is possible. But how long will it take? I don't know. People are not free at all. So, it may be difficult, I think everything through the most beautiful way is hard to achieve… But… We shall never lose our hope.

 

Today, I will dream with my dream…

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Horário de Verão

Se por um lado as tardes estão incrivelmente belas, por outro, as manhãs estão simplesmente sonolentas...

Não consigo encontrar motivação para acordar às 6 horas da manhã, tomar banho, café e vestir aquele mesmo uniforme dos últimos 5 anos para ir à escola. Se antes já era complicado, imagina agora com a transição de horário... Meu organismo matinal não se acostumou ainda com a versão de verão... E saber que mais um dia de aula significa mais uma repetição (tirando a presença ilustre de alguns professores), é um agravante desse conflito adolescente.

Mas... Como tudo tem um lado bom... As tardes estão cada vez melhores! Ir para o Unificado agorá está perfeito com aquele sol brilhante como companheiro. Ao chegar em PoA, ficamos "lagarteando" pelo Strip Center até a aula começar. Nada como o bom e velho sol para nos dar ânimo em nossas longas jornadas de estudo rumo ao Vestibular da UFRGS em 2010.

E isso aí, pessoal! Continuem seus estudos, pois em 2010 nos veremos na Federal!